A partida no Presidente Vargas terminou em confusão, após a anulação do que seria o gol de empate do Joinville, que perdeu para o Ceará por 4 a 3. Os jogadores visitantes reclamaram muito da arbitragem, que marcou um pênalti para o Alvinegro. Na bronca com o árbitro Alício Pena Junior, o zagueiro Linno afirmou não entender tantos erros.
Irritado, o atleta disse que sentia vergonha das decisões do juiz. Após a marcação do pênalti questionável, à favor do Ceará, de dois laterais do JEC revertidos para o time da casa nos minutos finais e a anulação do que seria o gol de empate, os jogadores do Joinville se irritaram. Com a paciência esgotada, Linno lamentou as decisões do juiz.
— Ate agora ninguém entende porque ele tomou tanta atitude errada durante o jogo. A gente está envergonhado. Hoje é um dia de vergonha para todos nós — desabafou o zagueiro.
O atleta também afirmou não entender o motivo pelo qual o goleiro Ivan teve voz de prisão decretada melo major da Polícia Militar, ainda durante a partida.
— A gente estava conversando internamente e aí houve um atrito aqui fora de campo. Houve um bate boca e a gente não sabia muito bem, mas o que aconteceu aqui foi vergonhoso — falou.
Ivan foi levado à depor após a partida na delegacia do estádio por desacato à autoridade. O jogador foi obrigado a pagar cinco salários mínimos (R$ 3.110) a uma Instituição de Caridade de Fortaleza.
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